Lumistep para clínicas de autismo

O software para clínica de autismo em que a avaliação vira plano e a família acompanha sem precisar ligar.

Uma clínica que acompanha pessoas autistas produz muito registro e pouca resposta. O Lumistep fecha o ciclo — avaliar, planejar, treinar, reavaliar — num lugar só, e devolve à equipe o tempo que hoje some em planilha.

Para quem é

Feito para quem acompanha, não para quem audita

Clínicas de tamanhos diferentes têm o mesmo problema com nomes diferentes: o que a equipe sabe não está escrito em lugar nenhum que a próxima pessoa consiga ler.

  • A clínica que está organizando a casa

    Uma unidade, uma equipe que se conhece pelo nome, e um crescimento que já não cabe no caderno. É o momento em que o registro precisa virar método antes que o volume decida por você.

  • A rede com várias unidades

    Equipes e agendas separadas, mas uma coordenação só. É preciso enxergar cada unidade por dentro e a operação inteira por cima, sem somar planilha de ninguém.

  • A instituição que responde a terceiros

    Convênio, edital, prestação de contas. Quando alguém de fora pede o histórico de um acompanhamento, ele precisa existir inteiro, datado e com autor — não reconstruído de memória.

O que o Lumistep resolve

O acompanhamento inteiro num registro só

O que hoje se perde entre caderno, grupo de mensagem e planilha passa a viver num lugar que a equipe inteira enxerga.

  • O plano deixa de tomar a sua tarde

    Montar plano terapêutico à mão é trabalho de tarde inteira, e o raciocínio que sustentou cada decisão acaba na cabeça de quem estava lá. Aqui ele já chega pronto para revisar, com o motivo escrito ao lado. Aceitar, mudar ou recusar continua sendo decisão de quem atende.

  • A resposta está pronta quando perguntam

    Se a criança avançou, em quê, e o que decidir agora: a tela responde. A supervisão para de reunir gente para descobrir o que aconteceu na semana, e a conversa com a família começa de um lugar melhor que a impressão de quem atendeu.

  • A família acompanha sem ligar para a recepção

    O responsável tem o aplicativo dele: vê a evolução, os dias de atendimento e o que fazer em casa entre as sessões. O que ele registra volta para a equipe identificado. Menos telefonema, mais participação — e o portal da família é gratuito, sempre.

  • Uma clínica só, com quantas unidades você tiver

    Unidades separadas com equipes e agendas próprias, e a mesma pessoa atendendo em mais de uma sem precisar de dois acessos. Cada paciente pertence à unidade dele, e quem coordena vê o todo sem precisar somar planilha de cada uma.

  • A supervisão enxerga sem interromper quem atende

    Quem coordena vê o que está aberto, o que parou e quem precisa de atenção, sem pedir relatório a ninguém. A conversa da reunião semanal começa dos casos que pedem decisão, em vez de gastar a primeira meia hora descobrindo quais são.

  • O dado é da clínica, e ele não se reescreve

    Registro clínico guarda o que valia na hora em que foi feito: mudar um modelo hoje não muda o passado. Cada alteração deixa rastro com autor e conteúdo, num registro que ninguém apaga — nem a coordenação. Sob a LGPD a clínica é a controladora do dado, e a saída com ele é parte do contrato.

Por que existimos

A pergunta que a coordenação faz toda semana é simples e cara de responder: esta criança avançou? Hoje a resposta mora em planilha, papel e memória, e montar um plano terapêutico à mão toma a tarde que a equipe não tem. O Lumistep existe para que a resposta esteja pronta quando alguém perguntar — e para que a família saiba dela sem telefonar para a recepção. É prontuário eletrônico e gestão de clínica multidisciplinar no mesmo produto, feito dentro de uma clínica de autismo em operação, não a partir de um caderno de requisitos.

No que acreditamos

As linhas que não pretendemos cruzar

Software de saúde se escolhe também pelo que ele se recusa a fazer. Estas seis são decisões tomadas antes da primeira linha de código, e elas não estão à venda.

  • O prontuário não se reescreve

    O que foi avaliado guarda a estrutura que valia no dia. Mudar um modelo hoje muda o próximo uso, nunca o passado. Sem isso, o histórico vira ficção retroativa e não sustenta decisão nenhuma.

  • A família não paga para acompanhar

    O portal do responsável é gratuito e sempre será. É dado de saúde de criança, e cobrar de quem cuida dela para ver a própria evolução é uma linha que não pretendemos cruzar.

  • Nada de paciente sai do portal

    Não existe página pública com dado de quem é atendido. O que se compartilha, se compartilha dentro do sistema, entre quem tem acesso — e o acesso é nomeado pessoa a pessoa.

  • Quem apagar deixa rastro

    Toda alteração vira registro com autor, conteúdo e resultado, e esse registro não tem como ser apagado por dentro do produto. Nem pela coordenação, nem por nós.

  • O dado é da clínica, e a saída é contratual

    Sob a LGPD a clínica é a controladora e o Lumistep é o operador. Levar tudo embora, quando quiser, está no contrato — não é favor, nem projeto à parte cobrado depois.

  • O registro cabe no atendimento

    Sistema clínico morre quando registrar atrapalha atender. Se a equipe precisa escolher entre olhar para a criança e preencher a tela, a tela perdeu — e nós tratamos isso como defeito, não como treinamento pendente.

Na prática

O que muda na semana de quem trabalha

Software clínico não se julga pela tela de abertura. Se julga pelo que acontece na terça-feira, no meio de um atendimento, quando ninguém tem tempo sobrando.

  • Segunda, na reunião de equipe

    A conversa começa nos casos que pedem decisão, e não na meia hora que se gastava descobrindo quais eram. Quem coordena chega sabendo o que parou, o que avançou e quem está esperando.

  • Terça, no meio da sessão

    O registro acontece enquanto o atendimento acontece, e não à noite, de memória, quando o detalhe que importava já se perdeu. Quem aplica sai da sala com a sessão fechada.

  • Sexta, com a família

    A mãe já viu o que aconteceu na semana antes de perguntar. A conversa deixa de ser um relato do que passou e vira uma decisão sobre o que vem — que é o que ela procurava desde o começo.

Como começa

Três passos, e nenhum deles é assinar às cegas

Nada de teste de trinta dias em que você se vira sozinho e desiste na primeira dúvida. A conversa começa com gente.

  • Uma conversa de trinta minutos

    Você conta como a clínica funciona hoje e onde dói. Nós mostramos o sistema rodando no seu fluxo, não numa apresentação pronta. Se não fizer sentido, dizemos isso na hora.

  • Uma proposta com número na mão

    O preço acompanha o tamanho da operação, e a proposta sai depois de entender a sua — quantas unidades, quantas pessoas atendendo, o que precisa ser migrado.

  • Implantação acompanhada

    A clínica não começa de um sistema vazio, e não começa sozinha. Nos contratos maiores, o conteúdo próprio e o treinamento da equipe são feitos junto com a gente.

Perguntas frequentes

O que as clínicas perguntam antes de começar

  • Minha equipe não vai usar. O que é diferente aqui?

    Software clínico costuma morrer no registro: dá trabalho, atrapalha o atendimento e ninguém preenche. O Lumistep foi desenhado ao lado de quem atende, dentro de uma clínica em operação, e é por isso que o registro cabe no meio da sessão em vez de virar tarefa do fim do dia. É o que mostramos na demonstração — com a sua equipe, no seu fluxo.

  • Já temos prontuário eletrônico. Por que trocar?

    Prontuário genérico guarda o que aconteceu. O que falta numa clínica de autismo é o que vem depois: a avaliação virar plano, o plano virar treino e o treino dizer se a criança avançou. Se hoje isso vive em planilha ao lado do prontuário, é essa parte que o Lumistep resolve.

  • E a LGPD, com dado de saúde de criança?

    A clínica é a controladora do dado e o Lumistep é o operador — e o produto é construído nessa premissa. Consentimento é registrado por documento e por versão, dado sensível só chega a quem tem permissão para vê-lo, e toda alteração deixa rastro que ninguém apaga. A saída com os seus dados, a qualquer momento, é parte do contrato.

  • Quanto tempo leva para implantar?

    A clínica não começa de um sistema vazio: os protocolos e os programas de treino já vêm no ar, e dá para atender no primeiro dia. O que leva tempo é o seu conteúdo, quando você quiser o seu. Falamos de prazo na demonstração, olhando o tamanho da sua operação.

  • Quem treina a minha equipe?

    Há central de ajuda em português dentro dos dois portais, escrita por etapa da vida do paciente e buscável, inclusive para quem nunca usou plataforma clínica. Nos contratos maiores há treinamento da equipe na implantação.

  • E se um dia eu quiser os meus dados de volta?

    Você leva. A exportação da íntegra da sua clínica existe no produto e a reversibilidade está no contrato — não é favor nem projeto à parte. É a mesma exigência que o setor público faz, e ela vale para todo cliente.

  • A internet da clínica não é boa. Funciona?

    Sim. O registro do atendimento continua funcionando com a rede oscilando, e o que foi preenchido não se perde. É um dos pontos que costumamos mostrar ao vivo, porque quase ninguém acredita antes de ver.

  • Atendemos em mais de uma unidade. Isso cabe?

    Cabe. A separação por empresa e por unidade é a fundação do produto, não um recurso acrescentado depois — e a mesma pessoa atende em mais de uma sem precisar de dois acessos.

  • Quanto custa?

    O preço acompanha o tamanho da operação, e por isso a conversa começa entendendo a sua. Peça a demonstração e conversamos com número na mão. O portal da família é gratuito, sempre: é dado de saúde de criança, e a família não paga para acompanhar o próprio filho.

Veja o Lumistep com os dados da sua clínica

Trinta minutos, com a sua equipe, no fluxo que vocês já têm. Deixe como falar com você e nós marcamos.

Usamos o que você escrever só para responder este pedido.